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Hipertensão arterial no estado de São Paulo e recomendações frente à COVID-19

Hipertensão arterial no estado de São Paulo e recomendações frente à COVID-19

A Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD), da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP), publicou o
Informe nº 1/Abril de 2020 – Doenças Crônicas Não Transmissíveis com orientações a respeito da Hipertensão arterial no estado de São Paulo e recomendações frente à COVID-19.

Com a ocorrência crescente e alarmante da COVID – 19, algumas comorbidades associadas a essa nova doença se destacam, mostrando evidentemente ser de importante controle neste cenário que vivenciamos nos últimos meses, dentre elas a Hipertensão Arterial. Em nosso país, a Hipertensão Arterial atinge 32,5% de indivíduos adultos e mais de 60% dos idosos, contribuindo direta ou indiretamente para 50% das mortes por doenças cardiovasculares (DCV)1.

O método de diagnóstico, bem como os critérios de definição de hipertensão são largamente conhecidos, com a divulgação das diretrizes brasileiras de hipertensão arterial, constantemente atualizadas. O tratamento farmacológico é bem definido, sendo que vários medicamentos estão disponíveis de forma gratuita em farmácias de rede (programas governamentais que fornecem medicamentos gratuitamente). A Hipertensão arterial ainda é uma doença subdiagnosticada e com baixas taxas de controle.

Acesse a íntegra do documento – INFORME-N1-HIPERTENSÃO

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