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Secretaria de Estado da Saúde prioriza Regulação e Rede de Oncologia em São Paulo

Secretaria de Estado da Saúde prioriza Regulação e Rede de Oncologia em São Paulo

O novo secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Marco Antônio Zago, participou da reunião de Representantes Regionais do mês de junho e debateu com os secretários municipais os principais desafios para os próximos seis meses à frente da pasta estadual. O encontro contou ainda com diretores e assessores do COSEMS/SP. Na ocasião, Zago destacou que as prioridades da secretaria de Estado da Saúde (SES/SP) seriam a Regulação e a Rede de Oncologia e que pretende formar um grupo de trabalho com membros do COSEMS/SP e SES/SP para definir, no próximo mês, ações de curto e médio prazos.

O papel terá como objetivo apresentar uma proposta para reorganização da Rede da Oncologia, com foco no atendimento, isto é, acessos e fluxos de diagnóstico e tratamento.

De acordo com o secretário, a escuta aos gestores municipais de Saúde é fundamental e falou da disponibilidade de articulação entre SES/SP e municípios. Zago se colocou à disposição para participar de encontros, organizados regionalmente, com municípios ou pelo COSEMS/SP, bem como atender os secretários e prefeitos em seu gabinete.

Para o secretário, o ponto de partida é o diagnóstico dos recursos disponíveis para a região. “Precisamos de hospitais, mas as questões críticas também são os métodos para diagnósticos e os tratamentos de radio e quimioterapia. A regionalização dos serviços tem um papel fundamental em tudo isso. A cooperação entre os municípios é muito importante. Os serviços não podem fechar as portas e deixar de atender seus vizinhos”, disse, e foi além: “A rede de oncologia precisa de melhor organização e um fluxo no atendimento adequado. A Rede Hebe Camargo pareceu frágil diante das necessidades do estado. O número de equipamentos são razoáveis e precisam ser qualificados”.

Quanto à regionalização, Zago sugere a implantação das regulações regionais no estado iniciando em quatro Regiões que serão pilotos, com foco inter-regional. Foram estabelecidas, junto aos representantes regionais: Campinas, Ribeirão Preto, Baixada Santista e ABC paulista. “Esses projetos pilotos precisam iniciar em regiões onde a Regulação já está adiantada, para podermos aproveitar o máximo de experiências e assim ampliarmos a todo o estado”. As regiões selecionadas terão dois meses para implantação, sendo após este período reproduzido a implantação para as outras regiões do estado.

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