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O atendimento de urgências e emergências psiquiátricas representa um grande desafio para as Unidades Pré-Hospitalares (UPH) e impacta diretamente a assistência prestada. Em São Paulo, apenas 8 das 54 UPHs oferecem atendimento psiquiátrico especializado, e as da zona sudeste não possuem essa especialidade. Visando ampliar o acesso ao cuidado, a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo regulamentou, em 2023, a prática de teleassistência. O projeto piloto implementado pela prefeitura propôs a teleinterconsulta síncrona como uma alternativa para qualificar o atendimento psiquiátrico nas UPHs da região. O objetivo deste estudo é descrever a implementação da teleassistência em urgências e emergências psiquiátricas na zona sudeste da cidade.
Objetivos Principais • Expandir o acesso à psiquiatria para novas UPAs • Aumentar a qualidade do atendimento • Reduzir o tempo de espera para atendimento. • Fomentar a integração com outras especialidades
Trata-se de um estudo de caso descritivo. A implementação foi desenvolvida em etapas: 1) Definição das unidades pilotos: hospital executante responsável pelas interconsultas e UPH como unidade solicitante. 2) Análise diagnóstica retroativa dos atendimentos de urgência e emergência psiquiátricas pelo hospital selecionado. 3) Análise da taxa de conversão para internação. 4) Adequação do fluxo de atendimento dos pacientes com patologias psiquiátricas e capacitação dos profissionais. 5) Definição de critérios de elegibilidade dos pacientes para inclusão no projeto 6) Análise da infraestrutura necessária para realização do teleatendimento. 7) Cadastro e capacitação dos profissionais para uso da plataforma digital. 8) Pactuação com os serviços piloto
A teleassistência mostrou-se eficaz ao reduzir internações e no apoio da articulação dos pontos da rede de atenção à saúde mental. A teleassistência evidencia-se como uma potência na tomada de decisão, na qualificação das equipes de saúde, na redução de custo e na experiência do usuário.
A teleinterconsulta tem sido uma ferramenta valiosa para ampliar o acesso ao cuidado psiquiátrico, especialmente em contextos onde a presença física de especialistas é limitada. Para garantir a evolução e eficácia da teleinterconsulta de psiquiatria em 2025, é fundamental estruturar um plano estratégico que contemple aspectos técnicos, organizacionais e humanos. O objetivo é melhorar a qualidade do atendimento, ampliar o acesso da teleinterconsulta. Este é um plano estratégico de melhorias para a teleinterconsulta de psiquiatria para 2025
SAÚDE MENTAL, TELEASSISTÊNCIA,
GISLANE SOARES FAZZOLARI, VALDIR MONTEIRO PINTO, ANA CAROLINE BARBOSA VERGUEIRO, MARIA MASSARI VENTICINQUE, JANICE OLIVIA GALVANE, JOÃO MAURICIO PERES MAINENTI, ELIZIANE ROSA ROCHA, LÚCIA HELENA DE AZEVEDO