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Após reunião da Diretoria do COSEMS/SP com a Coordenadoria de Regiões de Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (CRS/SES/SP), ficaram definidas oito Oficinas em diferentes regiões do Estado para o desenvolvimento do Plano Regional de Regulação Assistencial, com a implantação de 11 Complexos Reguladores, como parte do processo de descentralização da Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (CROSS).
Os encontros já iniciaram: em Jaguariúna, dia 27de novembro, que recebeu representantes de Municípios da Rede Regional de Atenção à Saúde (RRAS) 14,15 e 16; e em Santos, dia 28 de novembro, com representantes da Baixada Santista e Vale do Ribeira (RRAS 7).
“Essas oficinas serão importantes para fazer a discussão da Regulação Assistencial em todas as regiões do Estado. Cada região tem suas especificidades e está em um momento diferente de implantação das centrais regionais municipais. Nas oficinas das RRAS 14, 15 e 16 foi possível respeitar de cada um e pactuar ações para avançar no processo de implantação das centrais de forma articulada entre Municípios e Estado”, ressaltou a Assessora Técnica do COSEMS/SP, Elaine Giannotti.
“Fiquei satisfeita com os debates ocorridos neste encontro. Percebe-se um avanço qualificado nas discussões regionais”, disse Sonia Alves, da CRS/SES/SP.
Baixada Santista
Em Santos, o COSEMS/SP foi representando pelo Secretário Municipal de Saúde (SMS) de Santos e membro da Diretoria do Conselho, Marcos Calvo. "A discussão é atual e fundamental para a organização do sistema de saúde regional. Trata-se de um tema complexo e que exige articulação dos Municípios e da Secretaria de Estado", destacou Calvo.
No período da manhã, Elaine conceituou e detalhou a Deliberação CIB nº 6, de 2012, que trata as diretrizes da Regulação no Estado de SP. Após a apresentação foram formados grupos, por região de saúde, para discussão do Plano.
Para o SMS de Registro e Representante Regional do COSEMS/SP, João Mitsuji Sahô, o Vale do Ribeira apresenta algumas deficiências e é muito importante esse diálogo entre os Municípios que compõem as regiões da Baixada e Vale. “Precisamos construir um sistema de referência. É a possibilidade de abertura das portas aqui da Baixada para darmos vazão às demandas”.
Ainda segundo o Secretário de Registro, a fixação de médicos no Vale é muito difícil. A Baixada possui um índice melhor de médicos por mil habitantes. “O principal problema está nas especialidades como, por exemplo, na área pediátrica”.
De acordo com Manoel Prieto Alvarez, SMS de Bertioga e Representante Regional do COSEMS/SP, existem muitas demandas locais, entretanto, o grupo priorizou alguns temas: “Estabelecemos três prioridades: neurocirurgia, cirurgia vascular e oncologia. Só poderemos nos organizar e atender a todos de uma maneira eficaz e eficiente se regularmos. Por isso é preciso saber quem faz o serviço, em qual quantidade é ofertado e quando estará disponível. A Regulação está vinculada ao dia a dia da Saúde. Esse intercâmbio é necessário para que o SUS funcione”.

A Baixada Santista possui um Comitê Regional, que compreende os Municípios do Departamento Regional de Saúde (DRS) IV e representantes do Estado, o qual estará debatendo essas prioridades.
Amanhã será a vez de Ribeirão Preto receber o encontro, contemplando a RRAS 13. As Oficinas seguem até fevereiro de 2014.
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