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Devido aos recentes casos relacionados ao vírus ebola nos países africanos, e da possibilidade deste vírus se disseminar para outros continentes, o Ministério da Saúde (MS) divulgou Informe Técnico e orientações para as ações de Vigilância em Saúde dos Municípios brasileiros. O documento traz as medidas a serem adotadas diante de um caso suspeito, período de incubação, formas de transmissão, o fluxo do atendimento de casos suspeitos, além de um rápido ‘perguntas e repostas’ sobre o tema.
Segundo o portal UOL.COM.BR, o mais recente balanço oficial em todo o oeste da África, divulgado nessa quarta-feira (6), chegou a 932 mortos desde o começo do ano, com 1.711 casos confirmados, sobretudo em Guiné, Libéria e Serra Leoa. A Nigéria, país mais populoso do continente, já confirmou duas mortes. O Brasil não apresenta caso suspeito.
Febre hemorrágica do ebola
O vírus Ebola foi identificado pela primeira vez em 1976, no Zaire (atual República Democrática do Congo), e, desde então, tem produzido vários surtos no continente africano. Esse vírus foi transmitido para seres humanos que tiveram contato com sangue, órgãos ou fluidos corporais de animais infectados, como chimpanzés, gorilas, morcegos-gigantes, antílopes e porcosespinhos.
Existem cinco espécies de vírus Ebola (Zaire ebolavirus, Sudão ebolavirus, Bundibugyo ebolavirus, Reston ebolavirus e Tai Forest ebolavirus), sendo o Zaire ebolavirus o que apresenta a maior letalidade, geralmente acima de 60% dos casos diagnosticados.
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