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Garante que o profissional identifique corretamente o transtorno que o paciente apresenta — evitando confusões entre quadros que possuem sintomas semelhantes, mas causas, prognósticos e tratamentos diferentes
1. Evita erros diagnósticos 2. Direciona o tratamento adequado, Já que cada transtorno exige abordagens terapêuticas específicas Compreende o quadro como um todo 4. Evita estigmas e rótulos inadequados 5. Favorece o diagnóstico precoce e o prognóstico 6. permite que o técnico se debruce com maia atenção a história relata.
1. Coleta de dados, 2. Entrevista com familiares. 3. Aplicações de testes ou escalas, adaptadas as hipóteses levantadas 4. observações em atividades. 5. discussão com equipe para ampliação dos olhares 6. devolutivas para equipe e participantes do processo, 7. Elaboração de relatório. 8. Revisão de condutas e projeto terapêutico singular.
1.Melhoria no entendimento do quadro.2. Aprofundamento das potencialidades 3. envolvimento familiar 4. Revisão do Projeto Terapêutico singular, 5. Encaminhamento adequado e justificado para o melhor serviço de apoio.
O diagnóstico diferencial permite que o usuário seja percebido em sua totalidade e não apenas como doença ou sintoma, aumentando e se adaptando ao conceito ampliado de saúde, aumenta o envolvimento dos familiares no tratamento, amplia-se o cuidado quando se esclarece o que pertence ao sujeito como sintomas e permite correlacionar com questões biológicas ou ambientais. Busca-se o entendimento do usuário como um todo e não apenas parte.
diagnóstico diferencial, saúde mental, CAPS.
LUCIA DE FATIMA COSTA