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Segundo Osborn 1987, “BRAINSTORMING” ou tempestade de ideias é uma técnica criativa para grupos, que serve para tentar encontrar uma solução para um problema específico. Isso é feito ao reunir uma lista de ideias contribuídas pelos membros da equipe de maneira espontânea. Em uma unidade de saúde é possível encontrar inúmeras dificuldades diárias Identificá-las para uma posterior intervenção, é um desafio. Porém se a equipe multiprofissional estiver integrada e for ouvida, será possível não só listar problemas, mas também encontrar soluções para eles.
Análise das concepções dos agentes sobre o sentido do trabalho em equipe multiprofissional e as evidências percepcionadas em caráter coletivo, a fim de aperfeiçoar a qualidade dos processos de trabalho resultando em um atendimento assertivo, resolutivo e humanizado baseado na comunicação efetiva em todo o âmbito local.
Consiste na realização de encontros periódicos envolvendo todos os agentes assistenciais das diversas classes profissionais: Recepção, Núcleo Interno de Regulação, Farmácia/Almoxarifado, Fisioterapia, Enfermagem, Médicos, Nutrição, Higiene/Saúde e Rouparia, a detectar imprecisões e acertos nos processos de trabalho vigentes Também foi aplicado a eles questionário como pesquisa de campo, de forma a identificar a estrutura de autonomia técnica, interdependência, complementaridade e interação dos envolvidos na assistência direta Este estudo foi iniciado em Janeiro de 2024, em entrevista com 86 agentes multiprofissionais, totalizando 25 encontros. A pesquisa confirmou que para 98 % dos colaboradores, a integração da equipe multiprofissional é indispensável, 2 % manifestaram-se como indiferentes. Outro dado constatado na pesquisa foi que 52 % dos profissionais se reportam à chefia imediata ao se depararem com algum conflito, respeitando assim a hierarquia institucional, 36% solucionam-no de imediato com o próprio profissional, 2 % procuram diretamente a chefia mediata e 10% optaram em não se manifestarem. Em cada encontro, foram registrados todos as adversidades existentes, sugestões e propostas de melhoria assistencial. Partindo desse ponto, foi possível correlacionar os setores envolvidos para criação de planos de ação executáveis, na otimização dos recursos e dimensionamento dos agentes assistenciais na execução equânime das tarefas
Qualidade no atendimento, é o que o usuário espera, no acometimento de uma doença, em sua fase aguda, crônica ou de finitude. Através do mapeamento das problemáticas abordados e a execução dos planos de ação, poderemos mensurar a evolução e inserir as equipes em todos os processos de elaboração e execução dos processos assistenciais
Sabemos que passar por uma mudança estrutural e de transição de Pronto Socorro para UPA (conforme os padrões do Ministério da Saúde), traz muitos desafios e oportunidade de melhorias. Considerar a participação de todos, configura na relação recíproca entre as intervenções técnicas e e a interação entre os agentes, fortalece o compromisso e configuram um projeto assistencial comum, a qual se dá a integração das equipes de trabalho multidisciplinares.
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FERNANDO MARQUES BRAZ, MILCA BONIFÁCIO DE VASCONCELOS, CLAUDIA VERONICA DA SILVA TAMAGNINI