Siga a gente
Av. Angélica, 2466 - 17º Andar
Consolação - São Paulo / SP
CEP 01228-200
55 11 3083-7225
cosemssp@cosemssp.org.br
A história da vacina teve início no século XVIII, através de um naturalista e médico britânico chamado Edward Jenner. Ele realizou um experimento de contaminar por varíola uma pessoa saudável.Gerou-se então uma guerra de vacinas, na qual havia a obrigatoriedade de todos se vacinarem. No Brasil, após 30 anos da descoberta da imunização iniciada pela vacina da varíola, tornou-se também uma obrigatoriedade no país.O Ministério da Saúde disponibiliza, através da rede nacional do Sistema Único de Saúde-SUS, o abastecimento programado, com o objetivo de garantir à população a imunização vacinal a todos dentro do território nacionalDe acordo com o Ministério da Saúde, a média de cobertura vacinal no Brasil caiu de 97%, em 2015, para 75% em 2020. Das 9 vacinas analisadas pelo DataSUS, a que sofreu maior queda é a BCG, que apresenta queda de 38,8% entre 2015 e 2021. Em segundo lugar fica o imunizante contra a Hepatite A, com queda de 32,1%, e em terceiro o da poliomielite, com queda de 30,7%. Mesmo com uma incansável e constantes campanhas vacinais, e mesmo os dados apontam uma baixa adesão.A OMS, assegura que o Transtorno do Espectro Autista-TEA, é uma série de condições caracterizadas por algum grau de comprometimento no comportamento social, na comunicação e na linguagem, e por uma gama estreita de interesses e atividades que são únicas para o indivíduo e realizadas de forma repetitiva. Sendo assim é necessária uma carteira vacinal atualizada de todas as vacinas em tempo correto.
O objetivo principal da ação proposta é a cobertura vacinal dessa população de diagnóstico ou em investigação de TEA e os adolescentes que estejam em um sofrimento psíquico, e suas residências sejam as suas referências de segurança. Com isso melhorando os índices de imunização dentro do município e compreendendo os motivos que conduziram a população vulnerável a doenças e fontes de transmissão para com os seus e ao munícipes a não se vacinarem, ofertando na residência a vacina ou o agendamento dentro da necessidade do paciente, resultando na cobertura vacinal em todo o território.A proposta se refere na realização de Rodas de Conversas com os Agentes Comunitários Social –ACS sobre o tema: O manejo e a busca ativa aos pacientes com algum tipo de transtorno seja este físico ou motor que necessite de um agendamento ou vacinação domiciliar. Com isso haverá a garantia de sua imunização e a saúde deles, ficando assim sua carteira vacinal em dia e compreendendo porque a mãe não o levou ao pos
Ao paciente, dando entrada na unidade do serviço do CAP´s IJ – Centro de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil, é feita uma ficha de atendimento, na qual é apresentada sua documentação e de seus filhos, entretanto dificilmente nesta documentação está a carteira de vacinação. Ao passar pela triagem com o enfermeiro é realizado o SAE-Sistema de Assistência Especializada. Já no momento da consulta de enfermagem é questionado sobre a carteira de vacinação e sua situação vacinal, ao informar a desatualização é orientado a se vacinar para dar seguimento ao serviço. A listagem segue atualizada por uma enfermeira e quatro técnicos de enfermagem que abastecem o sistema do Excel e acompanha a atualização através da pesquisa vacinal também pelo sistema – SISS, atualizando as informações vacinais e a segurança do serviço em não ser um foco de surtos Infanto juvenil. As mães relatam que seus filhos, por terem os transtornos, não conseguem sempre ir até uma UBS, visto o medo deles entrarem em surto pelo tempo de espera, além de grande quantidade de pessoas no local, ruídos e movimentação, sem deixar de citar a dificuldade por vezes não ter a participação na rede familiar e a agenda diaria para o tratamento. Ainda nesse contexto, eles estão instáveis imunologicamente, sobre efeitos de medicações, enfim … inúmeras justificativas, que requerem um olhar humanizado e facilitador para estes fins.
Tornando-se uma realidade pode facilitar a melhoria dos gráficos de cobertura vacinal. O controle no programa Excel é realizado com os dados dos pacientes, distribuídos em tabelas, cujas diferentes cores facilitam a visualização e a leitura da informação. Uma vez visto cada caso e constatada a falta de vacina é realizado um contato telefônico informando a falta vacinal, assim a mãe traz a carteira vacinal ou a equipe ao trabalhar nas vacinas revisa para atualização. A equipe trabalha com divisão de tarefas, assim não correndo o risco de repetir o serviço. Além disso, todas teriam a vivência e um rodízio entre elas para dar sequência no processo. Em caso que a UBS solicite um apoio domiciliar por não conseguir o manejo na residência é realizado uma visita de multiprofissionais e em necessidade com a UBS, facilitando o manejo por se tratar do paciente ter afinidade com os profissionais do CAP´s IJ, uma vez que seus atendimentos já possuem vínculos e memórias de atendimento. Portanto, nos Programa de Tratamento Singular-PTS, são orientados aos pacientes e familiares estarem preparados para o seu futuro, visto que o tratamento é um ciclo e a vida social, familiar, projetos e sonhos fazem parte de sua história, os direcionando para uma vida mais natural possível. V – CRONOGRAMA DE AÇÕES A primeira conversa com os agentes comunitários; Busca ativa nas visitas domiciliares; Compreendendo a problemática da desatualização das vacinas; Agendamento de vacinas seja domiciliar o
Um trabalho com articulações em rede e cidadania. Vinculação entre as formações, gestão e participação social. Construção da rede como espaço de educação contínua. Reconhecimento de loco regionais e politicas territoriais. “Possa ser o início de uma mudança comportamental
Criança; vacina; busca ativa
ROSANA OROZIMBO SILVA., Tuane Aparecida Bernardo