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: O Comitê Técnico de Saúde Integral População LGBTI foi instituído e vinculado ao Departamento de Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, com objetivo de promover políticas públicas e estabelecer cuidados em saúde com base nos princípios do SUS. No início de outubro de 2023, a Secretaria de Saúde do Município de Mococa, com diagnostico situacional das necessidades e especificidades da população LGBTI, que possui alta vulnerabilidade social e desassistência, implantou o ambulatório com equipe multiprofissional. Os serviços oferecidos são testagem rápida para HIV/sífilis/hepatite B/C, insumos de prevenção, PREP, PEP, consulta médica, enfermagem, psicológica, suporte social e dispensação de hormônios. Os usuários interessados em realizar cirurgias de redesignação sexual são encaminhados par o CRT.
Geral: assistência qualificada ao adoecimento relacionado por condições sociais por exclusão e violências. Específicos: – evitar efeitos adversos com uso inadequado de hormônios como estratégia para o reconhecimento social – ofertar um espaço para suporte a dificuldades vivenciadas pela população
O acesso à saúde da população transexuais e ou com variabilidade de gênero e intersexo é através da atenção primária, na identificação e notificação dos agravos relacionados a sua condição física, mental e social. A criação de um espaço especializado para atenção integral, longitudinal e coordenada do cuidado.
Atualmente são 33 usuários atendidos em uso hormonoterapia e ou PREP, com tendência aa aumento de demanda. Redução no uso de automedicação com hormônios.
A criação do ambulatório veio pôr em prática duas resoluções determinantes para o acesso da população transgênero aos serviços de saúde. A primeira delas é a Portaria nº 2.803, de 19 de novembro de 2013, do Ministério da Saúde com o objetivo principal é fazer acompanhamento clínico. A transgeneridade é autorreferida, não é um diagnóstico médico. Não é necessário fazer modificação corporal para ser uma pessoa trans. Acolher, orientar, tratar e acompanhar a população transexual, transgênero e travesti oferecendo a esses pacientes a possibilidade de serem atendidos pelo Sistema Único de Saúde com humanização de acordo com suas necessidades.
transdiversidade, acesso, homonioterapia
FLÁVIA MADUREIRA FERNANDES, LARISSA MARIA LUCAS