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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há 1,25 bi de usuários de tabaco no mundo (dados de jan/2024), dos quais cerca de 780 mi dizem querer parar de fumar, ao passo que só 30% delas têm acesso às ferramentas para tanto. No Brasil, 12,6% da população adulta fuma, com maior prevalência entre homens (15,9%) em comparação às mulheres (9,6%).
Analisar o impacto da auriculoterapia facultada a um grupo de tabagistas que aderiu ao tratamento farmacológico para o controle da prática.
Trata-se de um estudo exploratório, descritivo, qualitativo e também quantitativo viabilizado a partir da reunião de tabagistas que desejavam o controle da prática. Foi-lhes garantido o tratamento farmacológico ou este combinado à auriculoterapia e, findo isso, aplicado um questionário online (Google Forms), disponibilizado no último dia de realização do grupo.
Cinco mulheres, 50-65 anos, com educação básica completa, 60% em ocupação laboral, com doenças prévias e sem realizar atividade física, aderiram à auriculoterapia e, embora combinando-a com medicamentos, reconheceram sua relevância no cessar do tabaco – processo com episódios de ansiedade, irritabilidade e compulsão alimentar, mas progressivamente diminuídos. 60% tinham pais fumantes e 40% fumavam 2 maços/dia ou mais. Do teste Fagerstrom, 40% marcaram nível elevado e 40%, muito elevado. Ao final, 80% conseguiram reduzir além dos 50% a quantidade de cigarros; e 20% deixaram, enfim, de fumar.
Constatou-se, no pequeno grupo descrito, a relevância e efetividade da auriculoterapia em complementaridade às terapêuticas usuais para a cessação do tabagismo.
Auriculoterapia, tabagismo, grupo.
CAROLINE BORGHI DOS SANTOS, PAULA VERÔNICA MARTINI MACIEL