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As Práticas Integrativas e Complementares (PICs) são reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde como recursos terapêuticos, implementadas pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, com diversas possibilidades de aplicação na Atenção Primária à Saúde. O Centro de Práticas Integrativas e Complementares de Pindamonhangaba-SP oferece mais de 12 práticas complementares e atende os moradores da cidade. Profissionais capacitados em Cromoterapia tiveram êxito no tratamento de dores crônicas, ansiedade e feridas, levando o Departamento de Atenção Básica a ampliar as práticas de auriculoterapia e cromoterapia nas equipes de APS, seguindo recomendação ministerial, essa iniciativa ampliou os recursos terapêuticos oferecidos à comunidade e melhora a resolutividade do cuidado em saúde.
Capacitar profissionais da saúde em cromoterapia e auriculoterapia na Atenção Primária; Ampliar os atendimentos com as PICs nas unidades básicas de saúde; Atender às recomendações da Política Nacional de Atenção Básica; Difundir as práticas integrativas na comunidade como terapias recomendadas no SUS; Melhorar a qualidade de vida dos moradores.
A capacitação e implementação das PICs na Atenção Básica envolveu a formação de profissionais em cromoterapia, seguida pela realização de atendimentos nas unidades de saúde, outros cursos foram promovidos para auriculoterapia e cromoterapia, com a aquisição de materiais necessários. Os atendimentos foram intensificados, proporcionando resultados positivos no tratamento de diversas condições de saúde.
Os atendimentos com cromoterapia resultaram em melhorias na cicatrização de feridas crônicas, a procura pelos serviços levou à realização do curso para tratamento de lesões com cromoterapia. Diversos profissionais foram capacitados e um grande número de munícipes se beneficiou dos tratamentos oferecidos, apresentando melhora em diversas condições de saúde, a satisfação dos pacientes foi evidente pelos relatos de melhora.
A experiência reforçou o compromisso com a integralidade do cuidado por equipes de atenção básica ao implementar as PICs, ampliando a resolutividade e possibilitando aos munícipes acesso a tratamentos complementares no SUS. A descentralização das ações para as unidades básicas de saúde fortalece o vínculo entre pacientes e equipes de APS, melhorando o cuidado oferecido.
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LUCIANA DOS SANTOS CRUZ, SILVIA MENDES DE ALMEIDA, TICIANE CRISTINE DE OLIVEIRA MARQUES, LUIZ CESAR RODRIGUES VIEIRA, ENY CAMARA GUIMARÃES