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A classificação de oclusão é a relação dos dentes entre as arcadas superior e inferior e a mais utilizada atualmente foi proposta por Angle (1907): Classe I (neutro oclusão), Classe II (retrusa) e Classe III (protrusa). No levantamento de 1563 atendimentos realizados em 617 pacientes no período de agosto de 2023 a dezembro de 2024 onde 78% são do sexo feminino e 22% masculino no Centro de Tratamento de Transtornos da Dor Crônica (CTD), criada dentro do Centro Especializado de Reabilitação (CER) do Município de Mauá. Destes observou-se que 254 (41%) são C I, 209 (34%) C II e 54 (8,7%) C III, pacientes com dores crônicas em sua maioria lombares. Iniciou-se um novo projeto de atendimento de pacientes com dor crônica (Orofacial e DTM) no CEO e dentro desse trabalho observou-se uma distribuição dos casos em relação a oclusão de C I 14%, C II 42% e C III 14%, dentro desse trabalho observou-se que existiu uma diferença de dados entre o atendimento de reabilitação da fisioterapia com a odontologia, os resultados mostraram que existe a necessidade de uma abordagem melhor sobre a classificação de maloclusão com a finalidade de aumentar a eficiência do tratamento do paciente com dor crônica que pode ser facilitada com a inserção do cirurgião dentista na equipe de avaliação do grupo de controle da dor crônica, essa diferença nos levou a argumentar sobre a importância da inserção do cirurgião dentista na equipe de avaliação do grupo de controle de dor para uma correta classificação.
Estabelecer um padrão de classificação oclusal didático para o melhor manejo do paciente e evolução dos quadros associados à dor crônica local (orofacial e estomatognático) e corporal; Estabelecer uma melhor integração multidisciplinar entre as áreas da atenção básica e especializada.
Estudo comparativo por meio do levantamento de de dados coletados nos serviços do CTD/CER e o CEO, do diagnóstico da classificação de oclusão ; Levantamento epidemiológico de dados coletados de atendimentos realizados no CTD/CER entre Ago/2023 a Jan/2024 de pacientes com dor crônica triados pela atenção especializada do Município. Critérios de inclusão Ambos os sexos; Maiores de 18 anos; Classificação de Angle descrita no formulário de avaliação; Paciente portador de dor acima de 3 (três) meses; Pacientes atendidos no CTD/CER e/ou CEO; Critérios de Exclusão Dados incompletos; Pacientes com problemas psicológicos severos; Condutas de avaliação e tratamentos diferentes entre os grupos. Risco inerente à terapia. Benefício: melhora de sintomatologia, avanço da terapêutica e reversibilidade da técnica.
A análise dos dados comparativos entre duas diferentes áreas de atuação (CTD/CER e CEO) possibilitou observar a disparidade entre os tipos de patologias e a classificação da oclusão dentária. Sendo assim, duas hipóteses foram levantadas: a amostra populacional interferiu diretamente nos resultados; o diagnóstico da posição oclusal teve contextos analíticos diferentes nos 2 locais-alvo dos atendimentos.
Como a técnica de NRP dá ênfase à posição mandibular para a sua aplicação, mais estudos são necessários para que o número das amostras sejam iguais (contemplando a hipótese 1) e um padrão de análise da oclusão dentária seja estabelecida entre as áreas afins (contemplando a hipótese 2) para se verificar a evolução e os níveis de qualidade de vida dos pacientes e possibilitar que o fluxo, a qualidade e os resultados dos atendimentos sejam melhorados.
controle, dor, integração.
YUJIRO ABE, LÍVIA MARIA VERAS PEREIRA DO PRADO