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O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é uma doença crônica que exige acompanhamento contínuo e uma abordagem multiprofissional. O manejo inclui o uso correto da insulina, monitoramento glicêmico e mudanças no estilo de vida. Na Atenção Primária à Saúde, a colaboração entre médicos e farmacêuticos otimiza a assistência, melhora o controle glicêmico, previne complicações e promove a adesão ao tratamento. Na UBS Canhema, em Diadema, foi implementado um modelo de atendimento compartilhado. Este estudo analisa o impacto dessa abordagem na adesão ao tratamento, controle glicêmico e qualidade de vida dos adolescentes com DM1. A crescente prevalência do diabetes tipo 1 torna essencial desenvolver estratégias para aprimorar o cuidado na Atenção Primária à Saúde. O atendimento compartilhado entre médicos e farmacêuticos é eficaz na otimização do tratamento e prevenção de complicações. O farmacêutico revisa a terapia, identifica interações medicamentosas e orienta sobre a insulina, facilitando um acompanhamento próximo e aumentando a adesão ao tratamento. Para essa faixa etária, essa abordagem é crucial, pois ajuda na transição do cuidado parental para o autogerenciamento da doença, reduzindo riscos de complicações. O estudo na UBS Canhema analisa os impactos dessa colaboração na adesão ao tratamento e no controle glicêmico dos adolescentes com DM1
Este trabalho visa avaliar o impacto do cuidado farmacêutico na assistência compartilhada entre médico e farmacêutico no manejo do diabetes tipo 1 em adolescentes da UBS Canhema, em Diadema, SP. Especificamente, o estudo busca: Avaliar a eficácia do atendimento compartilhado na melhora do controle glicêmico (glicemia e hemoglobina glicada). Identificar o impacto na adesão ao tratamento, incluindo uso de insulina e monitoramento domiciliar. Analisar a percepção dos pacientes e famílias sobre a qualidade do atendimento e a contribuição da colaboração entre médico e farmacêutico para a autonomia do paciente. Promover a autonomia no autocuidado do diabetes tipo 1, melhorando a qualidade de vida e reduzindo complicações. Fornecer dados que ajudem a ampliar práticas colaborativas no cuidado ao diabetes tipo 1 na atenção básica. Este estudo destaca a importância da integração entre práticas farmacêuticas e médicas no controle do diabetes tipo 1, promovendo um cuidado personalizado
Estudo observacional prospectivo de janeiro de 2024 a janeiro de 2025. População-alvo: Adolescentes de 10 a 19 anos com diabetes tipo 1 na UBS Canhema, Diadema, SP, incluindo familiares. Coleta de Dados: Análise de prontuários (dados clínicos e adesão), entrevistas estruturadas (avaliação do atendimento compartilhado), diários de monitoramento (registros de autocuidado) e observação qualitativa das consultas. Intervenções: Avaliação inicial com método SOAP, ajustes de medicação, monitoramento mensal e avaliação final após 4 meses.
Análise de indicadores clínicos (HbA1c, uso de medicamentos, complicações) e percepção dos pacientes sobre a autonomia e qualidade de vida. O atendimento compartilhado entre médicos e farmacêuticos visa melhorar o controle glicêmico, promover a adesão ao tratamento e a autonomia do paciente, contribuindo para a gestão eficaz das doenças crônicas. A pesquisa poderá evidenciar os impactos de longo prazo desse modelo.
O modelo de atendimento compartilhado entre médicos e farmacêuticos para pacientes adolescentes com diabetes tipo 1 na Unidade Básica de Saúde Canhema, em Diadema, São Paulo, demonstra-se uma abordagem promissora no aprimoramento do controle glicêmico e da qualidade de vida desses pacientes. Os resultados preliminares indicam que essa integração entre as especialidades pode proporcionar benefícios significativos na adesão ao tratamento, na autonomia dos adolescentes e na redução de complicações associadas ao diabetes. A educação em saúde desempenha um papel crucial nesse processo, especialmente quando voltada para a promoção do autocuidado e para o empoderamento do paciente. A participação ativa do farmacêutico no acompanhamento diário, aliado ao suporte médico, proporciona uma gestão mais efetiva do diabetes, possibilitando aos adolescentes maior controle sobre sua condição e maior confiança na realização das práticas necessárias para o manejo da doença. Este estudo oferece uma base sólida para futuras intervenções e ações colaborativas em atendimento farmacêutico compartilhado, com o objetivo de melhorar o cuidado integral ao paciente diabético, promovendo saúde de qualidade e autonomia para o autocuidado.
Diabetes mellitus, Cuidado farmacêutico
THALITA ARANTES