Siga a gente
Av. Angélica, 2466 - 17º Andar
Consolação - São Paulo / SP
CEP 01228-200
55 11 3083-7225
cosemssp@cosemssp.org.br
O grupo de apoio social e Psicológico, MULHERES LIBERTADORAS, foi idealizado e criado com o intuito de acolher mulheres em situação de violência doméstica, familiar e social, bem como, promover o progresso, cuidando e estimulando autocuidado, conhecimento de seus direitos e deveres, devolvendo a identidade e a dignidade dessas Mulheres. Grupo criado pela Assistente Social, Doracy J. Mesquita, que antes mesmo de iniciar a sua trajetória como profissional da Assistência, lutou em causas próprias.
Prestar suporte à mulheres vítimas de violência doméstica, familiar e social; Ações de empreendedorismo; Fortalecimento e empoderamento; Orientação psicossocial de leis associadas aos direitos das mulheres.
Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340, 2006). A lei tem o objetivo de criar mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher de forma a prevenir, punir e erradicar a violência contra a mulher; tipifica 5 tipos de violência: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Entre outras. Grupo de Apoio e orientação que conta com o apoio do comercio local, que ajuda nas tratativas das mulheres que passam pelo grupo .Para o cuidado das mulheres o grupo conta com o apoio da equipe multidisciplinar, como médicos, fisioterapeutas, Psicólogos, dentistas. Além de voluntários, que oferecem mentorias de artesanato, empreendedorismo e palestras.
Desde de 06 de maio de 2022 o grupo MULHERES LIBERTADORAS, vem fortalecendo mulheres da comunidade com pouco acesso à informação, resgatando socialmente seus direitos de escolha e dando a elas ferramentas para independência financeira. Cerca de 50 mulheres tiveram a sua auto estima regatadas e foram alfabetizadas podendo ser inseridas no mercado de trabalho.
De acordo com o site ( Data Senado ), 3 a cada 10 brasileiras já sofreram violência doméstica , os dados são levantados a cada dois anos, de 34 mil mulheres entrevistadas, 22% sofreram ou sofrem algum tipo de violência de seus parceiros, sendo a violência psicológica mais recorrente, do total de mulheres que revelaram sofrer violência 48% disseram que houve descumprimento das medidas protetivas e urgência. Se faz necessário se mobilizar compreender que não é normal uma mulher ser agredida. Tanto o grupo como os movimentos em prol da causa, trazem à tona discussões e análises para que enfim o ciclo de violência se encerre. Todo e qualquer tipo de violência deve ser considerada e discutida nas Políticas Públicas/ Saúde Pública, levando em consideração que o indivíduo é biopsicossocial e responde ao meio.
mulheres, violência doméstica, vulnerabilidade.
DORACY JOSÉ DE MESQUITA