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A epidemia de Dengue, iniciada em meados de janeiro de 2024, resultou no aumento torrencial das notificações no distrito administrativo de Itaquera/São Paulo, além dos outros agravos de notificação compulsória; na região, houveram 85.081 notificações e 40.764 casos positivos nesse ano. Entre os desafios experienciados pela equipe de Vigilância Epidemiológica, a tramitação das fichas de notificação compulsória impressas, se constituiu dificultador considerável. Os dados dessas fichas são registrados no Sistema de Notificação Nacional que, por sua vez, subsidia o planejamento e a tomada de decisão das equipes e das autoridades Sanitárias. O Sistema de Informação de Agravos de Notificação – SINAN é alimentado, principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória. Assim, este estudo trata de um instrumento relevante para auxiliar o planejamento da saúde, definir prioridades de intervenção, além de permitir que seja avaliado o impacto das intervenções. Além de todos esses aspectos, vale destacar que a “Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, se constitui referência da gestão Municipal/São Paulo e tem entre os seus objetivos, a preservação e proteção ambiental; portanto, a economia de recursos como papel e combustível é essencial.
Otimizar, no sentido de reduzir consumo e tempo, tanto para entrega no serviço de saúde e devolução à UVIS, quanto para a tomada de deciões, a distribuição e o controle das fichas de notificação compulsória, preenchidas pelas Unidades de Saúde do território de Itaquera – SP.
Relato de experiência por meio do qual se propõe compartilhar vivências práticas e aprendizados da equipe de Vigilância Epidemiológica de Itaquera/São Paulo, no que se refere ao processo de tramitação, entrega e recebimento das Fichas de Notificação Compulsória
: A equipe da UVIS (Unidade de Vigilância em Saúde) Itaquera criou uma planilha em Excel, para cada um dos 45 equipamentos de saúde do território, com a identificação da unidade, data, numeração do SINAN, iniciais do paciente, data e agravo notificado. Em razão de se garantir rápido acesso, esse instrumento foi compartilhado via “Web” (OneDrive). Esse recurso permite que cada unidade acesse o seu lote de números de SINAN, de forma particular e protegida. Este processo agilizou consideravelmente tanto o acesso ao número SINAN, quanto a redução de custos decorrentes de logística, transporte, consumo de papel, mão-de-obra, etc. Além disso, os dados contidos na planilha de controle de SINAN, possibilitam acesso rápido a informações, tais como: Semana Epidemiológica, nome do paciente e data de nascimento. Dados esses que possibilitam, tanto aos serviços de Saúde, quanto à UVIS visão geral do perfil Epidemiológico do território de cada unidade.
A experiência se mostrou exitosa, com otimização do tempo e dos recursos físicos disponíveis. O número de notificações compulsórias mantém uma série histórica expressiva; por ano, são milhões de fichas impressas que demandam logística complexa, impressão, distribuição em larga escala e na ponta desse processo, tramitação entre serviços de Saúde e Vigilâncias. Dada a dimensão de todos esses aspectos, a possibilidade de reduzir custos e tempo deve ser considerada e priorizada.
Distribuição, compulsória, fichas
RENATA FERREIRA DE CALDAS, SORAIA NOGUEIRA FELIX, JOÃO GABRIEL ZERBA CORRÊA, VANESSA LEONORA GOMES, KARLA REGINA HARAMI PEREIRA ALVES, RAQUEL XAVIER DE SOUZA SAITO, CARLA ROBERTA FERRAZ RODRIGUES, ANDREIA REIS GARCIA, PEDRO YOSHITAKA FUKUYAMA, GILDETE SANTOS ROSA, SONIA APARECIDA LEITE, LUANA ROSA PEREIRA, ALETUZA NUNES, CAMILA MATIAS MODESTO, TATIANA DA CRUZ VITÓRIO DOS SANTOS, LUIZA DA LUZ QUINTELA, AMANDA PUOSSO DE ALMEIDA, JULIANA PAULA SANTOS GUARATO LEME, LAURINDA FUJIKO TSUKUDA, ELIO RAMOS, IOLANDA BASTOS BRITIS BEZERRIL, ELENICE MUTSUKO MIYAZATO WATANABE, PATRÍCIA DOS REIS FERREIRA