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O trabalho da Supervisão Técnica de Saúde não é atendimento direto à população e sim contato direto com as unidades e suas diversas atividades, tendo como objetivo supervisionar, dar suporte, orientar e auxiliar em questões práticas, administrativas e políticas, mediar conflitos, além da interlocução entre unidades/Coordenadoria. Entendendo como necessário o cuidado da saúde como um todo, de forma holística, onde não só a prevenção médica, remédios alopáticos, mas a utilização das práticas integrativas em saúde também são importantes e eficazes como a auriculoterapia, a consciência corporal onde há muitos servidores readaptados, por motivos diferentes e que também estão muito susceptíveis ao estresse, pelas cobranças e decisões importantes que podem causar o adoecimento físico, mental, psicológico bem como energético podendo piorar sua condição e promover e incentivar a saúde dos servidores que não tenham essa condição, a se cuidarem.
Desenvolver ações junto aos colaboradores, para promover a saúde física, emocional e psíquica de quem cuida, dentro da própria unidade, a fim de facilitar o acesso às Práticas Integrativas e Complementares, respeitando horários, necessidades e o interesse em conhecer, participar.
Pela diversidade de interlocuções, de horários e de categorias profissionais, houve a necessidade de oferecer, de modo mais fácil e eficiente, terapias realizadas no próprio local de trabalho, sem que tivessem que se deslocar para outro lugar, otimizando o tempo e incentivando a adesão aos tratamentos, sendo eles oferecidos por colaboradores capacitados que trabalham na Supervisão. Num primeiro momento, foram oferecidas as seguintes práticas: Reiki, que é a imposição das mãos; auriculoterapia são aplicadas sementes no pavilhão auricular; reflexologia podal trabalha pontos reflexos nos pés; ventosaterapia, que consiste em aplicar ventosas em determinados pontos do corpo; aromaterapia, que trabalha com óleos essenciais. Utilizou-se a técnica de acordo com a anamnese realizada no primeiro encontro. Para algumas pessoas, mais de uma técnica concomitantemente e para outras, alternaram-se técnicas durante os atendimentos, que foram realizados na sala de reuniões, com dia e hora reservados para esse fim. Os servidores foram avisados através de e-mail interno e convite verbal para um momento de descompressão, onde a todo o momento afirmava-se que aquele era o momento “dele”, para que pudesse relaxar. Foram anotados, os nomes dos participantes e a técnica utilizada em cada atendimento, sendo possível a criação de indicadores a partir de ferramentas aplicadas durante o período.
O total de servidores em STS é de 39 pessoas, mas foram atendidos os colaboradores das empresas terceirizadas, somando-se mais 12 pessoas, num total de 51 pessoas, durante o período do projeto. Participaram em média, 18 pessoas por atendimento ou 35% da população descrita. Dessas 18 pessoas, 3% não aderiram ao tratamento, indo somente uma vez. Para os que participaram que aderiram aos tratamentos, a avaliação foi extremamente positiva. Aqueles que não retornaram, os motivos foram diversos: aposentadorias, LMP, não conseguiram conciliar a agenda com a data ou hora da terapia, saída da STS ou simplesmente não retornaram.
Verificou-se a melhora de muitas queixas como insônia, estresse, dores musculares e articulares, falta de memória, irritabilidade, tristeza e controle de crises de bronquite. Pôde-se observar, naqueles colabores que aderiram ao projeto, uma melhor interação interpessoal e melhoras individuais, de acordo com suas queixas principais, mostrando que as práticas integrativas e complementares são essenciais para o equilíbrio físico, psíquico e emocional conseguido, relativamente, em um curto período
auriculoterapia, reiki, equilibrio, colaboradores
Debora Natalini de São Leão