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Este estudo apresenta a proposta de implantação de um sistema do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) na região de Bragança Paulista – SP. A região bragantina é a segunda mais pobre do estado. Nesse cenário, a implantação do SAMU não se limita à busca pela excelência no atendimento, mas também a otimização de recursos e a redução de custos com hospitalizações, além de um atendimento mais ágil e eficiente para pacientes que necessitam de assistência médica de emergência na região. Contando com duas ambulâncias de suporte avançado e 13 de suporte básico, a região registra cerca de 300 atendimentos diários para uma população de 513.137 habitantes. Em média, são realizadas 35.000 transferências de suporte avançado e 113.789 atendimentos pelas demais ambulâncias. O SAMU regional de Bragança Paulista iniciou suas atividades em fevereiro de 2012 e, desde então, já realizou mais de 649.435 atendimentos. No início, a equipe era composta por dois médicos reguladores, dois médicos intervencionistas, 12 enfermeiros e 60 técnicos de enfermagem. Atualmente, o serviço conta com aproximadamente 350 profissionais e ampliou sua estrutura, incluindo motolâncias, unidades de suporte intermediário e uma base equipada com bolsa de sangue para transfusões em pacientes com choque hipovolêmico.
Este estudo tem como objetivo apresentar um serviço regional do SAMU, destacando suas vantagens na ampliação do atendimento médico de emergência com menor custo. A proposta se baseia na regionalização e na otimização dos recursos, permitindo que cidades com menor população tenham acesso a um serviço eficiente e bem estruturado.
Trata-se de um estudo observacional baseado em experiência, cujo objetivo é apresentar a estrutura e a evolução do SAMU regional de Bragança Paulista.
Custo por habitante: R$ 1,68 Total de atendimentos: 649.435 Atendimentos com uso de sangue: 36 Ocorrências atendidas por motolância: 1.193 Total de transferências: 88.789
Este estudo conclui que a regionalização do SAMU contribui para a melhoria do atendimento em cidades de menor porte, além de viabilizar um modelo de gestão compartilhada, permitindo um pagamento proporcional entre os municípios envolvidos.
Regionalização
ISRAEL DA SILVA, JOÃO VICTOR FORNARI, MARIANA NUCCI RICCETTO, CARMEM SILVIA GUARIENTE, LISAMARA DIAS DE OLIVEIRA NEGRINI, ROSICLÉIA BENDER FERREIRA FRANCHI