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A reabilitação ajuda uma criança, adulto ou idoso a ser o mais independente possível nas atividades cotidianas e permite a participação na educação, no trabalho, na recreação e em papéis significativos na vida. A reabilitação é uma parte importante da cobertura universal de saúde e uma estratégia fundamental para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3 – “Garantir vidas saudáveis e promover o bem-estar para todos, em todas as idades”. Dentro das inúmeras possibilidades do processos de reabilitação, destacamos os dispositivos auxiliares de locomoção, os quais para o uso adequado, vários fatores precisam ser verificados: Capacidade física e cognitiva do paciente; material necessário para a confecção, treino para uso, rede de apoio e muita vontade de mudar a forma de encarar a vida. Neste sentido, destaca-se o uso de próteses de membros inferiores e superiores, pois seu uso adequado pode mudar a funcionalidade e qualidade de vida não apenas do paciente, como de toda a sua família.
– Demonstrar o papel fundamental que a dispensação de próteses desempenha no bem estar em diferentes aspectos da vida das pessoas e de suas famílias. Processo que vai além da entrega do dispositivo, – Integrar o paciente a um programa de reabilitação sistemática, que envolve a equipe multiprofissional composta por fisioterapeuta, psicólogo, ortopedista e nutricionista. – Promover a reabilitação global do paciente, favorecendo a funcionalidade, a autonomia nas atividades diárias e o retorno à vida social e profissional, contribuindo assim para sua empregabilidade e plena reintegração à sociedade.
O fluxograma da OPM é iniciado a partir da avaliação do paciente, onde é verificado as necessidade dos pacientes e feito o preenchimento e encaminhamento para outros setores que são: Setor administrativo, Setor jurídico, Setor Financeiro e Secretaria da Fazenda. Quando é recebido a autorização de fornecimento é feito provas técnicas realizadas pela equipe do CER II e, em seguida é feito a dispensação da prótese do paciente. O paciente é acompanhado pela equipe no serviço.
Foram dispensados: 05 próteses transfemurais, 22 próteses transtibiais e 20 calçados para pés diabéticos.
A deficiência pode impor desafios significativos, mas este trabalho evidencia que ela não representa um ponto final — e sim um recomeço, sustentado pela persistência, pela superação e pela busca contínua por independência. O Serviço de Órteses, Próteses e Meios Auxiliares de Locomoção (OPM) do CER II Guarulhos consolida-se como referência na avaliação e dispensação de dispositivos assistivos, exercendo um papel essencial na promoção da autonomia e na elevação da qualidade de vida dos pacientes.
protetização; amputados
ILLORA ASWINKUMAR DARBAR SHIMOZATO