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A Coordenação de Políticas para LGBTQIA+, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, da Prefeitura de São Paulo, foi criada em 10 de fevereiro de 2005 e institucionalizada por meio da Lei nº 14.667, em 14 de janeiro de 2008, pelo Governo Municipal. É responsável por formular, articular, propor e monitorar políticas públicas que visem à promoção da cidadania e a garantia de direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais na cidade de São Paulo. Segue histórico do processo de expansão da nossa rede de referencias de Hormonização na Supervisão Técnica de Saúde Freguesia do Ó Brasilandia(STS FÓ Bras): Em 2017 só existia uma referência municipal de hormonioterapia para pessoas transexuais e travestis que era a UBS Santa Cecília na CRS Centro e uma referência estadual, o CRT AIDS, que não estava conseguindo atender toda a demanda. A partir de janeiro de 2017, juntamente com a interlocução LGBT da CRS Norte e a da STS FÓ Bras iniciou-se um planejamento para construir fluxo de Hormonioterapia aqui na STS FÓ/ Bras . Gerou capacitação da Endocrinologista do AE FÓ e concomitantemente o processo de sensibilização dos profissionais do Ambulatório Especialidades FÓ.. As Unidades Básicas passaram por um processo de sensibilização , onde foi implementado o fluxo de Hormonioterapia. O Centro de Cidadania LGBT Luana Barbosa dos Reis (CCLGBT) participou ativamente na Figura de Álvaro Zanini Neto. Para a elaboração e implementação da Hormonioterapia
Acolher e Oferecer um atenção a população LGBTQIA+ de acordo com Protocolo para o atendimento de pessoas transexuais e travestis no município de São Paulo Tendo como objetivos específicos : . Sensibilizar os profissionais para o atendimento da população LGBTQIA+ – Oferecer capacitação contínua aos profissionais com apoio da rede ( Coordenadoria de Saúde Norte ( Interlocução LGBTQIA+ – Flávia Ciccone), Secretaria Municipal de Saúde ( Interlocução de Saúde Integral da população LGBTQIA+- Tania Regina Correa de Souza)
A metodologia foi construída de acordo com as diretrizes de Saúde LGBTQIA + de SMS e o protocolo de Hormonização do município de São Paulo. Iniciamos com as sensibilizações das Unidades de Saúde do nosso território, incluindo as de Estratégia de Saúde da Família ( Associação de Saúde da Família). Concomitantemente, houveram capacitações para implementação das Referências de Hormonização no território. Assim, criamos um Fórum com pelo menos um representante de cada Unidade. Ali criamos estratégias para o melhor acolhimento da população… Esse Fórum reune-se mensalmente para discussões de casos e avaliação do trabalho. Em um dos encontros, vimos que se tivéssemos referências de Hormonização na periferia do território poderíamos dar mais acesso a população…Com 02 Unidades de Estratégia da Familia e assim 02 generalistas foram consultados. Enviamos a proposta a Coordenação de Saúde Norte e discutimos com a nossa parceira(ASF) e assim demos continuidade ao processo. A importancia de termos essas Unidades com polos de Hormonização motivou o trabalho dos profissionais. Trabalhar em Rede e construir um novo olhar a Atenção Saúde a população LGBTQIA +com a inclusão de profissionais médicos generalistas impulsionou o nosso trabalho.. Os sentimentos e desafios das Ubs Elisa Maria I Ter um novo olhar na Atenção a Saúde LGBTQIA + moveu vários profissionais a entender que é necessário dar continuidade à sensib
A metodologia foi construída de acordo com as diretrizes de Saúde LGBTQIA + de SMS e o protocolo de Hormonização do município de São Paulo. Iniciamos com as sensibilizações das Unidades de Saúde do nosso território, incluindo as de Estratégia de Saúde da Família ( Associação de Saúde da Família). Concomitantemente, houveram capacitações para implementação das Referências de Hormonização no território. Assim, criamos um Fórum com pelo menos um representante de cada Unidade. Ali criamos estratégias para o melhor acolhimento da população… Esse Fórum reune-se mensalmente para discussões de casos e avaliação do trabalho. Em um dos encontros, vimos que se tivéssemos referências de Hormonização na periferia do território poderíamos dar mais acesso a população…Com 02 Unidades de Estratégia da Familia e assim 02 generalistas foram consultados. Enviamos a proposta a Coordenação de Saúde Norte e discutimos com a nossa parceira(ASF) e assim demos continuidade ao processo. A importância de termos essas Unidades com polos de Harmonização motivou o trabalho dos profissionais. Trabalhar em Rede e construir um novo olhar a Atenção Saúde a população LGBTQIA +com a inclusão de profissionais médicos generalistas impulsionou o nosso trabalho.. Os sentimentos e desafios das Ubs Elisa Maria I Ter um novo olhar na Atenção a Saúde LGBTQIA + moveu vários profissionais a entender que é necessário dar continuidade .
A STS Freguesia do Ó/Brasilandia iniciou a Hormonização em 2017 , sendo a segunda Unidade do Município atender a população LGBTQAI +. Nesse anos que transcorreram foi construído com um grupo de profissionais envolvidos várias estratégias para ampliar, solidificar A Atenção a Saúde LGBTQIA + no nosso território…. E a inclusão do profissionais médicos generalistas, reforçaram o conceito de Saúde Integral a essa população… Mas, temos um caminho amplo pela frente, Inclusive, já não chamamos mais de Forum de Hormonização e sim; Fórum Saúde LGBTQIA+. O sentimentos e desafios envolvem toda uma estrutura que rompe barreiras quando consegue sensibilizar profissionais e os tornam agentes de saúde.
LGBTQAI+
ELISABETH LAURA LADEIA GOMES