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A segurança do paciente tem sido foco de discussões no mundo todo, durante a última década. O programa estabelece protocolos para atendimento às metas internacionais de segurança e determina a criação de Núcleos de Segurança do Paciente nesse equipamento de saúde. O processo de identificação, através da conferência dos dados da pulseira, do cadastro e das informações confirmadas pelo paciente pode ser visto como uma etapa importante na interação entre paciente e equipe de saúde. Erros podem persistir caso os pacientes não estejam com a pulseira ou com pulseira sem informação confiável para a identificação A correta utilização de pulseiras de identificação e a definição de padrões relativos a cor, material e identificadores favorecem uma prática segura na identificação do paciente, sendo um recurso adicional no combate aos erros devastadores que a identificação incorreta pode trazer. A identificação do paciente tem duplo propósito: primeiro, determinar com segurança a legitimidade do receptor do tratamento ou procedimento; segundo assegurar que o procedimento a ser executado seja efetivamente o que o paciente necessita. Na prática, a identificação do paciente é uma etapa do cuidado de enfermagem que não recebe a devida atenção, podendo interferir nas demais etapas, primordiais à garantia da qualidade e segurança do serviço prestado.
Padronizar o uso de pulseiras de identificação em pacientes internados para garantir a segurança, a correta identificação e a prevenção de erros de medicação e procedimentos. Para garantir a segurança dos atendimentos e alertar os profissionais assistenciais sobre determinados cuidados para cada paciente. Cada cor alerta para um risco específico. Na maioria das situações, a identificação acontece no momento da admissão do paciente, quando o enfermeiro avalia as condições gerais de saúde e psicognitivas. Quando não existe possibilidade da colocação da pulseira em nenhum membro (casos de amputação, queimados) a pulseira fica no prontuário do paciente, sendo mantida a identificação de alerta no leito de internação. A estratégia de implantar pulseiras de identificação como uma das ferramentas para promover o cuidado que prima pela segurança dos pacientes configura-se como uma prática de baixo custo para as instituições e de fácil inserção na rotina dos cuidados dos profissionais de saúde.
1.1 Identificação do Paciente Recepção do Paciente: Ao acolher um paciente, coletar as seguintes informações: Nome completo Data de nascimento Nome da mãe 1.2 Confecção da Pulseira Impressão: Utilizar o sistema de gestão local para imprimir a pulseira de identificação. Verificação: Conferir as informações impressas com os dados do paciente. Pulseira: A pulseira deve conter: Nome completo do paciente Data de nascimento Número do prontuário 1.3 Cor da Pulseira Pulseira laranja = risco de queda – O profissional de saúde orienta o paciente sobre a necessidade de auxílio quando precisar se locomover, ou mesmo levantar do leito, caso não esteja com acompanhante; Pulseira vermelha = alergias – O paciente é identificado de acordo com seu relato sobre alergias, cujas informações também são registradas no prontuário, e são confirmadas sempre antes de qualquer procedimento; Pulseira branca/ amarela = identificação do paciente – Colocada pela recepção, no momento da chegada do paciente ao hospital; Todas estas ações fazem parte do programa de Segurança do Paciente, em conjunto com o programa de Educação Continuada dessa unidade, que realiza capacitações contínuas para a prevenção de intercorrências, e orienta sobre a importância das pulseiras de gerenciamento de risco, e do cumprimento das 6 metas internacionais de segurança do paciente; 1.4 Aplicação da Pulseira; 1.5 Verificação Contínua e; 1.6 Registros
6.1 Avaliação Periódica: Realizar avaliações periódicas para identificar pontos de melhoria no POP de contingência. 6.2 Revisão do protocolo operacional padrão: Atualizar o POP conforme necessário, baseando-se nos feedbacks recebidos e na evolução das tecnologias e normas. Este protocolo deve ser revisado anualmente ou sempre que houver mudanças nas diretrizes internacionais de segurança do paciente, identificação ou legislações pertinentes, com a participação de uma equipe multidisciplinar. A implementação rigorosa deste protocolo visa minimizar riscos e garantir a segurança dos pacientes atendidos em pronto atendimento. A adesão às diretrizes aqui estabelecidas é fundamental para a qualidade do atendimento prestado e para a promoção da saúde e segurança do paciente.
A correta identificação do paciente é um elemento fundamental na prestação de cuidados de saúde seguros e eficazes. Todos os profissionais devem ser treinados e comprometidos com as diretrizes deste POP. A implementação rigorosa deste protocolo visa minimizar riscos e garantir a segurança dos pacientes atendidos em pronto atendimento. A adesão às diretrizes aqui estabelecidas é fundamental para a qualidade do atendimento prestado e para a promoção da saúde e segurança do paciente. Esse protocolo detalhado incorpora dados científicos e diretrizes atualizadas, podendo ser adaptado conforme as necessidades específicas da instituição.
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LILIAN VERSURI, APARECIDA SOUZA DE OLIVEIRA, ALEXANDRE EDUARDO PINTO