Siga a gente
Av. Angélica, 2466 - 17º Andar
Consolação - São Paulo / SP
CEP 01228-200
55 11 3083-7225
cosemssp@cosemssp.org.br
Nessa segunda-feira, o COSEMS/SP promoveu a web “Transição das insulinas humanas para as análogas na Atenção Primária à Saúde” e “A transformação digital na Assistência Farmacêutica e a adesão ao e-SUS AF”, pautas estratégicas que demandam atenção dos gestores municipais de Saúde. Nos próximos dias, representantes do CONASEMS e do Ministério da Saúde irão coordenar oficinas regionais de orientação aos municípios. O prazo para inscrições se encerra em 15 de maio. As inscrições devem ser realizadas pela e-Gestor.
Acesse aqui a web na íntegra.
Acesse aqui a apresentação de Dirce Marques, assessora técnica do COSEMS/SP.

“Hoje enfrentamos um desabastecimento de insulinas humanas, e a cobrança recai diretamente sobre os municípios e a Atenção Primária à Saúde. É necessária uma articulação com toda a rede de Saúde. Precisamos inserir esse tema em nossa agenda de gestão. A participação nas oficinas regionais será fundamental. Esse é mais um desafio para a gestão municipal”, destacou Adriana Martins, presidente do COSEMS/SP, durante a abertura do encontro online.
Ao todo, serão realizadas 13 oficinas presenciais, organizadas por Macrorregiões de Saúde (datas e locais disponíveis na apresentação). Segundo Dirce Marques, assessora técnica do COSEMS/SP, foram estruturadas duas estratégias voltadas à qualificação de profissionais e gestores. “No estado de São Paulo teremos 13 oficinas regionais presenciais, com indicação de dois representantes por município, além de um curso EAD autoinstrucional, com carga horária de 110 horas”, explicou.

O processo de transição das insulinas humanas para as análogas tornou-se necessário diante da interrupção da produção do insumo destinado ao SUS pelas indústrias farmacêuticas. “Diante desse cenário, foi preciso adequar a política às necessidades da população. A substituição será realizada com ferramentas adequadas e com reorganização da política de cuidado para essa migração. Precisamos aprimorar as práticas de insulinoterapia no SUS e fortalecer o domínio técnico dos profissionais”, completou a assessora.