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Por Claudia Meirelles, assessora do COSEMS/SP
O Congresso COSEMS/SP 2026 traz a saúde digital para o centro de um debate necessário: o SUS já tem tecnologia suficiente — o que está em jogo agora é como transformar acesso em uso real e uso em equidade.
A programação foi construída para enfrentar exatamente esse ponto crítico. Porque não basta implantar soluções digitais. É preciso fazer com que elas cheguem às pessoas, sejam compreendidas, utilizadas e gerem impacto concreto no cuidado.
No dia 08 de abril, a sessão “Telessaúde – orientações e boas práticas” (10h30–12h00 | EGC 2) provoca uma reflexão direta: A telessaúde só cumpre seu papel quando melhora, de fato, o acesso e a resolutividade nos territórios. Os municípios estão preparados? Por onde começar a organização?
Na sequência, a “Oficina Saúde Digital: IPS – um produto para mais de 200 milhões de brasileiros” (14h00–16h00 | EGC 1) traz um tema estrutural: sem interoperabilidade, não há coordenação do cuidado. E sem coordenação, o sistema continua fragmentado — digital ou não. O International Patient Summary é um produto novo que deve ser lançado pelo ministério da saúde em 2026, suas informações de saúde aonde você estiver.
As atividades no Espaço Gilson Carvalho são interativas, transmitidas pelo Youtube para congressistas e para quem não puder estar lá conosco. Vale conferir no canal YT do COSEMS/SP : https://www.youtube.com/@COSEMSSP1
No dia 09 de abril, a Roda Temática sobre “Inteligência Artificial” (14h00–17h00) coloca uma pergunta inevitável: a IA vai reduzir desigualdades ou ampliá-las? O uso dessa tecnologia no SUS exige mais do que inovação — exige responsabilidade, governança e foco no que realmente melhora a vida das pessoas. Confira algumas experiencias no SUS e amplie seu conhecimento – vale ressaltar que essa atividade LOTOU antes mesmo de termos os palestrantes confirmados.
No mesmo horário, o Seminário “Inclusão Digital transgeracional e o SUS” enfrenta um dos maiores pontos cegos da transformação digital: não existe equidade sem inclusão. E inclusão não é acesso à tecnologia — é capacidade real de uso, compreensão e benefício, em todas as gerações. Vamos discutir o envelhecimento como ponto de atenção na inclusão digital.
Essa agenda não é sobre futuro. É sobre decisões que estão sendo tomadas agora, nos territórios da saúde pública e privada.
O desafio está posto: vamos digitalizar o SUS ou transformar o SUS com o digital?

Confira toda programação em https://congresso.cosemssp.org.br/