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O COSEMS/SP promoveu, na última semana (29/05), a Web conferência Ensino – Serviço no Programa Mais Médicos para o Brasil (PMMB). Na ocasião estiveram presentes representantes da UNA-SUS, do ministério da Educação e do ministério da Saúde. O encontro teve como objetivo apresentar os dispositivos do processo de formação do Programa.
Marcia Tubone, assessora técnica do COSEMS/SP coordenou o encontro. Segundo a assessora, é o momento da retomada do Programa, pois se trata de uma iniciativa fundamental para fortalecer e qualificar a Atenção Básica no estado de São Paulo.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo foi representada por Carolina Feitosa, da Atenção Básica e da coordenação do PMMB no estado. De acordo com Carolina, os dois eixos do programa são importantes. “O eixo de provimento já se encontra mais consolidado, com boa ocupação no estado. Por isso estamos colocando mais em cena a discussão do Ensino-Serviço”, relatou.
Já Noeli Xavier, do ministério da Saúde, destacou as vagas preenchidas do programa no estado de São Paulo, onde 469 municípios contam com um total de 2779 vagas ativas. “É importante para ampliar e qualificar as Equipes Saúde da Família resultando em melhor atendimento ao usuário. As instituições formadoras do programa possuem mestrado, doutorado cursos de especialização e aperfeiçoamento aos profissionais”, disse.
Durante as apresentações, Daniela Porto, da supervisão acadêmica do ministério da Educação, descreveu as atribuições do Apoiador Institucional do MEC, dos supervisores e tutores. “O supervisor é o contato mais próximo dos profissionais do programa. Já o apoiador é interlocutor essencial na supervisão acadêmica. Todos trabalham sempre em conjunto”.
Os 15 anos da UNA-SUS foi evidenciado por Jorge Harada, ex-presidente do COSEMS/SP e que hoje atua na UNA-SUS/Unifesp, rede que hoje compreende 35 instituições.
Harada explicou como é desenvolvido o curso de especialização em Medicina da Família e Comunidade, que possui 20 mil vagas em todo o país. “São 1.185 horas de curso, dividido em eixos. Semanalmente, o profissional tem 32 horas de trabalho e são 8 horas destinada ao curso. O curso é obrigatório para os profissionais inscritos no programa. Faz parte de um compromisso firmado entre o profissional, municípios e ministério da Saúde”.
Atualmente, no estado de São Paulo são 2.588 médicos inscritos nos cursos. Destes, 2.135 iniciaram em 2024 e outros 453 em 2025.
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